Casos de uso

Casos de uso do Almanac

Do diário que você recomeçou quatro vezes, a um ano de fotos que você nunca mais olha, até a retrospectiva anual que deveria partir do que você registrou em vez do que você lembra — veja como o Almanac se encaixa no jeito como você já vive seus dias.

Uma sequência que não se compra

Só os dias registrados no próprio dia esticam a sequência. Dias preenchidos a partir da galeria, ou completados depois, são marcados como preenchidos e ficam de fora de propósito. Uma sequência que pudesse ser comprada não diria nada sobre o hábito que você estava tentando construir.

Offline, e seu

Tudo roda no aparelho: a varredura da galeria, a busca, as estatísticas, a retrospectiva e o PDF. Não há conta, nem sincronização na nuvem, nem anúncios dentro do app, e os Ajustes têm uma exportação em JSON de um toque — seus anos nunca ficam reféns.

Um registro pequeno o bastante para terminar

Uma foto, uma nota de duas linhas, um humor e uma nota de zero a dez. Clima, lugar, pessoas e etiquetas ficam dobrados sob "adicionar detalhes" — todos opcionais. Para as noites em que nada vem à cabeça, há uma pergunta.

Comece com um livro cheio

O Almanac pode varrer sua galeria no próprio aparelho e sugerir o melhor quadro de cada dia recente, para que sua primeira noite já tenha algo dentro em vez de uma página em branco esperando ser preenchida.

Seu ano como mosaico

Cada dia é a própria foto na grade do ano. Mude para a visão de humor e a mesma grade se recolore pela nota: um mês difícil aparece sem que você leia uma única palavra.

Reencontre qualquer dia

A busca roda no aparelho, cobrindo notas, lugares, pessoas, etiquetas e datas. "Um ano atrás hoje" traz as entradas antigas sozinho, e o mapa mostra os dias em que você anexou um lugar.

Almanac é um diário de fotos offline que leva trinta segundos por dia: uma imagem, duas linhas, um humor e uma nota. Seus dias viram um mosaico colorido, uma retrospectiva do ano e um livro para imprimir — tudo guardado no seu aparelho.

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